sábado, 24 de agosto de 2013
"O sapo que virou príncipe", de Andreia Franco. Divulgação Coleção contos maluquinhos.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Vídeo conto "Fui...", divulgação Coleção Contos Maluquinhos, de Andréia Franco
Pessoas, fiz mais um vídeo de um dos contos da minha coleção pra vocês, espero que gostem. Beijo grande, Andréia Franco.
domingo, 18 de agosto de 2013
"A Cinderela Desencantada", de Andréia Franco, divulgação Coleção Contos Maluquinhos
Era uma vez uma linda princesa,
Que vivia com um lindo príncipe a sonhar
Seu coração parecia bater apertado
Quando de suspiros sua alma queria chorar
Foi
então que num belo dia
Ela
encontrou esse príncipe
Com o
qual vivia ela a sonhar
Ele
disse: – Amor,
Estou
aqui para fazer-te feliz
Envelheceremos
juntos
E terás
que de mim cuidar
Olha,
não sou enjoado
Mas
gosto de tudo na hora certa
E para
me conquistar
Precisa
ser boa a hora de ir cuidar na panela
Com a
comidinha cheirando longe
Nunca
mais vou querer te largar
Homem se
conquista pelo paladar
Gostamos
de coisa boa
Por isso
preciso logo lhe falar
Mas,
olha, preste atenção,
Nos
casaremos, teremos três filhos,
Eu
trabalhei fora
Você
cuidará deles
Para que
não sofram com os piolhos
Não
haverá tristeza
Os
filhos te farão companhia
Enquanto
o pão
Eu
colocarei na mesa
Você
cuidará de casa,
Lavará
roupas todos os dias
Para não
deixar juntar
O dia
que eu estiver em casa
Quero-te
a minha disposição
Vamos
namorar, cuidar dos filhos,
Essa será
a nossa boa invenção
Observe
o encanto destas linhas
Que
descrevo-lhe
Porque
saem do fundo do coração
E assim
a Cinderela não se conteve
Seu
sonho de viver feliz para sempre
Estava
prestes a se realizar
E por
isso ela começou a pôr-se a cantar
Até o
momento que o seu canto
Começou
a desafinar
Pois
Cinderela começou a cair na real
Da
furada que estava prestes a entrar
Foi
então que o pedido de casamento
Resolveu
ela rejeitar
Preferiu
estudar,
Ter
profissão, pois homem
Mulher
arruma em qualquer lugar
Ela
estudou, estudou e
Muito
dinheiro conseguiu ganhar
Comprou
casa, carro e
Tudo o
que poderia ela sonhar
Foi
viajar pra Paris nas férias
Queria
conhecer aquele lugar
Ficou em
hotéis de luxo
E
punha-se alegre a contar
Que a
independência financeira
Tornara-a
uma pessoa feliz
Decidia
tudo o que queria
Pois
ficou-lhe esta lição
Confiar
no dinheiro alheio
Pode ser
bobagem, ele
Pode
estar guardado
Dentro
do calção, o
Calção
pode estar furado
Pode vir
o outro
E lhe
passar a mão.
Conto narrado no yotube, pode ser visto no seguinte link:http://www.youtube.com/watch?v=TyaLoVjIMNw&feature=youtu.be
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Andréia Franco apresenta sua “Coleção Contos Maluquinhos”
Andréia Franco após publicar seu primeiro livro de poesias “Anjo Híbrido e outras” prepara agora uma super, hiper, mega maluca coleção de contos que com certeza irá contagiar o público infantil e conquistar os adultos com uma linguagem simples, contagiante e diferenciada, e ainda será toda ilustrada por Ronan de Souza.
A coleção virá em uma maletinha super legal para a garotada poder levar pra casa e é composta por doze contos, sendo eles:
O Pato-pateta,
A Pata-Choca Maria,
Joãozinho,
O Dinheiro e o Saber,
Luizinho,
Fui...,
Homem chora...,
O sapo que virou príncipe,
O príncipe que virou sapo,
O garoto preguiça e suas mil e uma desculpas,
Desencantada e
A Cinderela desencantada.
Os doze contos vêm numa só maletinha, que é pra garotada levar a coleção inteira pra casa.
Andréia Franco irá realizar a publicação desta coleção e daqui a pouco as crianças estarão sentadas falando.:
Vamos brincar de ler?
"-Mãe, qual é a historinha que temos hoje?”
A coleção virá em uma maletinha super legal para a garotada poder levar pra casa e é composta por doze contos, sendo eles:
O Pato-pateta,
A Pata-Choca Maria,
Joãozinho,
O Dinheiro e o Saber,
Luizinho,
Fui...,
Homem chora...,
O sapo que virou príncipe,
O príncipe que virou sapo,
O garoto preguiça e suas mil e uma desculpas,
Desencantada e
A Cinderela desencantada.
Os doze contos vêm numa só maletinha, que é pra garotada levar a coleção inteira pra casa.
Andréia Franco irá realizar a publicação desta coleção e daqui a pouco as crianças estarão sentadas falando.:
Vamos brincar de ler?
"-Mãe, qual é a historinha que temos hoje?”
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Fotografia
Os momentos se vão
As horas se passam
Me ponho a me entreter
Com poesias e coisas inúteis
O ponteiro do relógio não pára
Agora é dia, depois chega a noite
As horas se vão
Um momento... uma imagem...
Uma lembrança guardada numa só
Fotografia...
E o relógio toca: toc... toc...
Preciso dormir... levantar... acordar...
Ir pra escola... fazer as tarefas...
Preciso dormir... descansar...
Mais um dia... mais uma noite...
O ponteiro do relógio não pára de correr
É preciso controlar as horas
Para não deixá-las passar em branco
Branco estava aquele papel que
Resolvi compor a minha fotografia
Nela guardei tudo o que foi bom... o
Que foi ruim deixei de lado...
Ser feliz é mais importante
Que viver de memórias tristes...
Em meus papéis
Sempre haverá um papel em branco
Para que eu possa desenhar nele
Uma nova história... um novo dia...
Uma nova noite... Uma nova história
Que ficará guardada numa única
E só fotografia...
Vamos... vamos... vamos correr com
O tempo... Não... não posso...
Preciso parar um pouco... dar um
Bom dia pro vizinho... um beijinho
Em minhas crianças porque um
Dia o mundo poderá fechar as suas
Portas pra mim...
Neste dia... não haverá mais
Caminhos ou descaminhos...
Simplesmente... haverá uma opção: a morte.
O que fica?
A única e bela lembrança
Que ficará guardada numa única e só fotografia...
Andréia Franco
Obs.: poesia publicada na III Antologia da revista Horizon Literar Contemporan. Para ver a lista completa dos escritores participantes acesso o link: shttp://contemporaryhorizon.blogspot.com.br/2013/03/contemporary-literary-horizon-no-1.html#links
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Dossiê Anjo Híbrido e outras
Beija-Flor
O beija-flor
Fez da flor o seu suspiro
E eu fiz do amor
O meu abrigo
O beija-flor
Fez da flor o seu delírio
E eu fiz de você
O meu colírio
O beija-flor sem flor
É como eu sem o meu amor
O meu amor fez do seu colo o meu abrigo
E eu fiz de você o meu suspiro
O beija-flor perdeu o seu abrigo
Porque a flor murchou
E eu perdi o colo do meu amor
A falta do meu amor
Fez de mim um beija-flor sem flor
A flor do beija-flor murchou
E eu fiquei sem o meu amor
Um beija-flor sem flor
É como namoro sem amor
E eu sem você
Sou como uma estrela sem cor
O beija–flor perdeu a flor
E eu fiquei sem o aconchego do meu amor...
(Incluso em Anjo
Híbrido e outras,
2013)
Obs.: Anjo Híbrido e outras já está disponível para venda e pode ser adquirido pelo seguinte link: :http://www.scortecci.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=8565&friurl=:-ANJO-HIBRIDO-E-OUTRAS--Andreia-Franco-:
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Anjo Híbrido e outras
Olá amigos, estou publicando meu primeiro livro pela Scortecci Editora, em breve ele já estará à venda nas livrarias.
domingo, 16 de dezembro de 2012
JOSE, ŞI ACUM?
Sunt oameni care ne evaluează
De parcă am fi marfă pe un raft
Asta e bună, asta e proastă, asta foarte proastă, asta e amară şi cealaltă dulce.
Problema e că şi tu eşti evaluat după marfa pe care o vinzi
Dacă costumul este de comandă, dacă hainele sunt
De marcă, dacă maşina este ultimul răcnet
Când îţi pierzi marca, cei din jurul tău,
Din acest motiv, se duc şi ei precum apa la vale
Vai, ai pierdut atâta timp judecând oamenii după marca
Pe care o vindeau, fără să vadă că peste ea treceau anii,
Pentru că şi marca ta urma să se demodeze odată.
Timpul a trecut
Visele de fată s-au decolorat
Din lipsă de ceva ce nu mai are sens.
Marca ta s-a demodat,
N-ai cum să te-ntorci şi să repari greşelile făcute
Pentru lucruri ce nu mai au valoare.
Timpul a trecut
Floarea s-a veştejit
Pasărea şi-a pierdut glasul
Pentru că nu va mai putea să cânte.
José, şi acum?
Tu erai atât de preocupat să judeci oamenii după marca
Pe care o vindeau, şi ai văzut propria-ţi marcă
Demodându-se.
Şi acum, José?
Vârsta s-a împlinit
Visul s-a sfârşit
Uşa s-a zăvorât
José, şi acum?
Ce e de făcut, dacă soarele nu mai străluceşte
Dacă vocea ta nu mai cântă
Şi acum?
Îţi vei abandona visele
Ca sa trăieşti într-o lume care n-a fost niciodată a ta cu adevărat
José, şi acum?
Te-au judecat după etichetă
Eticheta ţi s-a rupt
Casa ţi s-a năruit
Floarea ţi s-a veştejit
Şi acum, José?
Să te uiţi pe fereastră, ca să vezi timpul trecând
Să stai pe scaun, ca să vezi ziua în care marca ta va renaşte
José, şi acum?
Andréia Franco
Traducere de Daniel Dragomirescu
José, e agora?
Há pessoas
que nos avaliam
Como se
fôssemos produtos numa prateleira
Esse é bom,
esse é ruim, esse é péssimo, esse é amargo, o outro é doce.
O problema é
que você também é avaliado pela marca que você vende
Se o terno é
de grife, se a roupa é de marca, se o carro é do ano.
Quando você
perde a sua marca as pessoas que estão ao seu redor
Por causa
dela também se vão como água se escorre pelo ralo
Aí você
perdeu tanto tempo julgando as pessoas pela marca
Que elas
vendiam que não viu que os anos se passaram,
Pois a sua
marca também viria a se desbotar um dia.
O tempo
passou
Os sonhos da
donzela se descoloriram
Por falta de
algo que já não faz mais sentido
A sua marca
se desbotou,
Não há como
retroceder e reparar os danos causados
Por coisas
que já não tem mais valor
O tempo
passou
A flor
murchou
O pássaro
perdeu a voz
Porque já não
conseguira mais cantar
José, e
agora?
Tu se
preocupou tanto em julgar as pessoas pela marca
Que elas
vendiam e viras tua própria marca
Se desbotar
E agora, José?
A idade chegou
O sonho acabou
A porta fechou
José, e agora?
Que fazer se o sol já não brilha
Se a tua voz já não canta
E agora?
Deixara teus sonhos de lado
Para viver num mundo que na verdade nunca te pertenceu
José, e agora?
Te julgaram pelo rótulo
Teu rótulo quebrou
Tua casa faliu
Tua flor murchou
E agora, José?
Olhar na janela para ver o tempo passar
Sentar na cadeira para ver o dia que seu bonde virá
José, e agora?
Andréia Franco
Andréia Franco
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Amigos, estou sendo citada como referência da poesia mundial
Orizon Literar Contemporan en el mundo
Córdoba, Argentina: “La poesía no quiere adeptos, quiere amantes”
Por Luis Benítez
Una organización y una programación que son modelos en su
género
Bajo
el lema “La literatura en el centro” se realizó en la ciudad de
Córdoba, Argentina, entre el 6 y el 26 de septiembre pasado, la 27ª
Feria del Libro provincial, con el apoyo entusiasta y decidido del
Gobierno de la provincia, la
Municipalidad de la ciudad, la Universidad Nacional de Córdoba, la
Sociedad de Escritores local, y la Cámara de Librerías, Papelerías y
Afines del Centro de la República. La curaduría de la Feria contó con la
experiencia y la probada capacidad del escritor Federico Racca, quien
en palabras del Secretario de Cultura de la
Ciudad de Córdoba, Francisco Marchiaro, “junto a la trascendente
Comisión Asesora ha diagramado una edición que nos enorgullece a
todos”. Miles de espectadores y la presencia de más de 100 escritores
invitados –entre locales e internacionales- confirmaron la envergadura
del encuentro.
Una
excelente programación y una milimétrica organización le dieron la
razón al funcionario de Cultura, y entre los muchos y variados segmentos
de la edición 2012 tuvo además un destacado lugar el denominado Espacio
Poesía, coordinado por el poeta Leandro Calle y con la más que
eficiente colaboración de un equipo de excepción, conformado por los
autores Carolina Muscará, Sebastián Pons y Guillermo Bawden.
Orizon Literar Contemporan,
una revista atenta a las mejores realizaciones culturales en todo el
mundo, estuvo allí y recogió las opiniones de algunos de los principales
protagonistas del Espacio Poesía, que reunió en su ciclo a varios de
los mayores poetas de la Argentina. El espíritu del encuentro fue
sintetizado por Francisco Marchiaro en su cita de Federico García Lorca
para el Diario de la Feria, cuando manifestó: “La poesía no quiere
adeptos, quiere amantes”.
Hablan los protagonistas
A continuación, las opiniones que Orizon Literar Contemporan recogió en el desarrollo de Espacio Poesía.
LEANDRO CALLE: “Que estas palabras, estos deseos y esta esperanza, lleguen hasta la hermana tierra de Rumania”
“La
ciudad de Córdoba es una ciudad mediterránea, es
decir, no tiene puerto, y está ubicada en el centro de la
República Argentina. Desde hace veintisiete años, se desarrolla en la
ciudad la Feriadel Libro Córdoba. En sus comienzo, incipiente y humilde,
en los últimos años una de las ferias más importantes del país. Por
primera vez en la Feria del Libro, la poesía, tuvo un espacio central y
oficial. En los años anteriores, la poesía siempre había estado presente
pero de manera anárquica y desordenada. En
esta ocasión, creamos un lugar que decidimos llamar: Espacio Poesía.
Quisimos que este lugar tuviera un espacio privilegiado y un tiempo
privilegiado y por eso elegimos los días sábados de 17 hs. a 22 hs. para
que se desarrollara este Espacio Poesía que no quiere ser otra cosa que un lugar de encuentro y de gozo entre los poetas, la poesía y los lectores de poesía.
Durante
tres sábados contamos con un número importante de mesas de lecturas de
poetas locales. Asimismo, otras mesas de debate sobre los canales de
difusión de la poesía, intervenciones y performances poéticas y una
polémica sobre poesía y política. Hacia la noche, un cierre especial en
el que contamos con prestigiosas figuras del campo de la poesía como los
poetas: Miguel Espejo, Hugo Mujica, Alejandro Schmidt,
Ariel Williams y
Luis
Benítez.
Seguramente
habrá que mejorar muchas cosas pero este nuevo espacio, como un recién
nacido, ha comenzado a andar y esperamos que siga caminando durante
mucho tiempo. Sobre todo porque ella, la poesía, se dejó ver durante
cada sábado y nos llenó de esperanza. Que estas palabras, estos deseos y
esta esperanza lleguen hasta la hermana tierra de Rumania, a través de
la prestigiosa revista Orizon Literar Contemporan, quiere decir que la poesía está viva y su vitalidad nos llena de alegría.”
ALEXIS COMAMALA: “Gracias a Orizon Literar Contemporan y a Daniel Dragomirescu por aportar a la polifonía”
“Les
escribo para narrarles que en el marco de la 27ª Feria del Libro
Córdoba (Argentina) 2012 se innovó conformando un espacio dedicado a la
poesía y sus circunstancias, el Espacio Poesía que se llevó a
cabo los sábados 8, 15 y 22 de septiembre con mesas de lecturas,
performance poética, espectáculo poético musical y mesas que apuntaron a
realzar la discusión sobre la poesía en cuanto a su difusión y
compromiso social. También se
desarrolló una clínica de poesía.
Llegaron
poetas de distintos lugares de la Argentina y del país invitado a la
feria, Paraguay. Se sumaron las voces locales de la ciudad conformándose
un ágora de varias generaciones poéticas. Pasaron cerca de cuarenta
personas por la jornada, entre poetas, difusores de poesía y músicos.
Córdoba
ciudad tiene una larga tradición de poetas y poéticas que conforman el
mapa de una heterogeneidad cultural que hoy se puede observar todos los
días del año; no hay día, excepto feriados y algunos domingos, en que no
haya alguien cantándole a la musa en la ciudad.
Agradezco el generoso espacio a la revista Orizon Literar Contemporan y a Daniel Dragomirescu por aportar a la polifonía, leyendo desde un país libre y en lucha.”
MARCELO DUGHETTI: “Orizon Literar
Contemporan rompe el abismo del mundo”
“El
último sábado del ciclo -tan estimulante como los anteriores- me invitó
a seguir con suma atención seguir atento lo que se sucedía como una
magia hermosa y fluida. Antes de concurrir al último encuentro, en el
que seríamos una voz en la Babel de la poesía, formando una mezcla
única, los guerreros rompimos lanzas, en un almuerzo rápido, en
comentarios fresquitos sobre
todo lo que sucede en la poesía del mundo. En la comida nos encontramos
con Luis Benítez, poeta de reconocida trayectoria, que con la humildad
y generosidad de pocos nos alcanzaría una joya de
revista cultural: Orizon Literar Contemporan, revista
que con base en Rumania rompe el abismo del mundo, ese que creían los
marineros antiguos sostenían, cuatro tortugas y dos elefantes, para
correr con el abrazo extendido a todos aquellos trabajadores de la
palabra que intentan renovar la experiencia artística en cada encuentro
con la página en blanco.
En la lectura y hablando con el amigo Luis Benítez nos enteramos que Orizon Literar
Contemporanes
una revista multicultural que se presenta como de delicada factura y
exigente contenido, poniendo énfasis en la belleza diversa de la
producción literaria del mundo, no como quien exhibe, cosmética
costumbre, lo ya conocido, sino como quien busca en los helados
acantilados del mar a los constructores de los asombrosa Atlántida que
al emerger en cada punta de sus preciosos edificios denuncia el reverso
de la superficie siempre tan sobrevalorada. Así italianos como Rodolfo
Jesús Chávez; alemanes como Raymon Walden; españoles como Victor
Morata Cortad; argentinos como Aldo Luis Novelli o el propio Luis
Benítez; Haris Psarras, desde la conflictiva Grecia; Andreia Franco, de
Brazilia,
y una extensa lista que se enriquece en cada número. Se dan cita en un
intento digno y fraterno de encontrarnos en la palabra más allá del
lugar o la matriz cultural a la que pertenecen. Podría decirse entonces
que Rumania abre su capital cosmopolita de la poesía en esta
publicación que espero todos tengan la oportunidad de leer y que ha
circulado en el encuentro tal cual un tesoro guardado celosamente.”
ALEJANDRO SCHMIDT: “Más que interesante la presencia de la revista Orizon Literar Contemporan en el Espacio Poesía”
“¿Qué
hacen los poetas aparte de escribir, leer, publicar? Leer en público,
con la ilusión, la certeza de que algo llegue también a través del aire o
de una voz tan vacilante y exacta como el sueño y la tierra.
Y ese algo, quisiéramos, que fuera arpón de desatinos, el pan de los fracasos.
Esta primavera fui a la ciudad de
Córdoba, a ver qué espuma, qué música
lograba llegar a eso que uno llama esperanzada, equívocamente el alma de la lengua, razón de vida, poesía, errancia.
Y
así fue, una vez más, en esta ciudad antigua y leproseada por la furia
del milenio, allí en una vieja casa entre poetas argentinos de diversas
generaciones y al lado de Luis Benítez, a quien me une algo más que la
admiración por su obra. Más que interesante la presencia de la revista Orizon Literar Contemporan en el Espacio Poesía, que circuló activamente.
Lo
que leí y leímos ¿fue por un instante la astilla
subjetiva, el espejo, la capa
que se
extiende sobre el hielo de la banalidad? No sé, pero estoy cierto,
feroz y convencido de que, donde hay poetas, hay la donación, la apuesta
a lo imposible. Es suficiente eso; la noche trajo después – en sus
orejas largas – el vino, las sonrisas.”
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O Dinheiro e o Saber
O Dinheiro, cheio de grana, chega pro Saber e diz:
- Êta vida boa, não preciso trabalhar, tenho tanto dinheiro que não preciso de mais nada!
O Saber olha pro Dinheiro e fala:
- Você precisa aprender a administrar o seu dinheiro porque se não um dia você pode perder tudo o que tem!
- Isso é papo furado, dinheiro nunca acaba! - retrucou o Dinheiro.
- Escuta o que eu disse, você pode se dar mal. - disse o Saber.
E assim foi o Dinheiro numa panca de “tô podendo”. O Dinheiro conheceu o
Malandro, um cara que adorava dar golpes em todo mundo. O Dinheiro
resolveu se enturmar com o Malandro, deixou o saber em casa, achava o
Malandro um cara boa pinta e ia com ele pra qualquer lugar que fosse.
O Dinheiro começou a gastar com festas, mulheres, cerveja e tudo que não
precisava. Quando via o Saber passava longe para não receber seus conselhos.
O Dinheiro gastou, gastou e gastou tudo o que tinha.
Ele teve até que mudar de nome, passou a se chamar Tostão Furado de tão
pobre que ficou. Depois disso, o Malandro nem quis mais saber do Dinheiro,
quer dizer, do Tostão Furado. O Saber olhou pra ele e disse:
- É preciso ter saber para aprender a administrar dinheiro!
O Tostão Furado fechou a cara pro Saber e falou:
- Você está certo, eu tinha tanta coisa e não dava valor em nada.
O Saber disse:
- Vejo que está aprendendo a reconhecer seus próprios erros, isso já é um bom começo!
- Sim. Mas... e agora... preciso do dinheiro pra sobreviver! - Explicou o Tostão Furado.
- Toma, é um livro, adquira saber para guiar tua própria vida!
Ao dizer isso o Saber foi embora e o Tostão Furado de tanto estudar virou doutor e passou a se chamar Economia, já que o que ele ganhava não era lá essas coisas, não dava pra ele esbanjar dinheiro por aí, pois poderia fazer falta no final do mês.
Andreia Franco
sexta-feira, 20 de julho de 2012
A Rosa
A
rosa cor de rosa
Fez
florescer a flor
No
pé de alecrim
A
branca rosa do meu jardim
Trouxe
mais cor
E
deu mais vida ao meu pé de jasmim
A
rosa cor de rosa
E
a branca rosa do meu jardim
Ficaram
mais perfumadas
Com
o perfume do alecrim
Mais
perfumado ficou o seu cheiro
Quando
percebi
Que
o perfume que você usava
Era parecido com as rosas do meu
jardim
Andréia Franco
sábado, 14 de julho de 2012
Tudo
Pensava eu
que o tudo era o nada
E que o
nada, simplesmente, era o tudo
Que eu
nunca haveria de perder
Foi então
que descobri que esse tudo, sem você,
De nada
viria a adiantar e que o nada, com você,
Teria
algum valor por me confortar
E assim o nada ganhou algum valor
Porque
esse tudo, sem você,
Seria o
mesmo que nada,
De que não
haveria sentido o tudo sem o seu amor
Foi então
que comecei a perceber
Que
algumas coisas que parecem ser nada
De-repente,
são o tudo que, para nós,
Era o nada
que parecia não ter nenhum valor...
Andréia Franco
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Notificação Importante
Amigos, estou à procura de um patrocinador ou uma editora que esteja interessada em publicar minha primeira obra Anjo Híbrido. Interessados entrar em conato comigo pelo endereço de e-mail: andreiafranco.aia@gmail.com ou pelo telefone: (66) 9929-6197 ou
(11) 5366 - 9298.
(11) 5366 - 9298.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Amor de verdade
Para viver
um amor não é preciso ser poeta
É preciso
que o sentimento surja do fundo da alma
Que faça
seus olhos brilhar
Seu
coração palpitar
Sua alma
chorar
Que o colo
de quem se quer
Seja o
aconchego que tanto te acalma
Tem que
preencher um vazio
Se alojar
no fundo de um coração
Como se
ali fosse um ninho
Para se
viver um amor, é preciso,
Que a
grandeza deste sentimento
Seja capaz
de preencher as dores
Que fazem
o nosso coração chorar
E que este
sentimento tão belo
Seja capaz
de nos confortar
E
transformar nossas dores
Em
experiências que um dia tem que passar
E que após
nossos momentos de dores
Que encha
nossas vidas de sonhos
Que faça
nossos olhos brilhar
Nossa alma
cantar
Nosso
jardim florir
Que nos conforte e nos acalente
Com o
sentimento amor
E no
embalo de tal conforto
Coroarte-ei
meu rei
E farei de
mim tua rainha...
Andréia Franco
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