quinta-feira, 29 de maio de 2014

PAZ

Alguns falam de paz
Outros falam de guerra
Alguns querem sonhar
Outros só querem cantar

Paz,
Pode ser estado de espírito,
Guerra,
Estado de alma

Às vezes queremos
Descobrir a alma alheia
E, nem sequer, sabemos  
O que esconde nossa própria alma

O ser humano pode parecer, às vezes,
Incompreensível...

Costumamos pedir ao outro
Compreensão e, nem sempre,
Temos paciência para
Compreender o outro...

Nosso coração,
Às vezes, pode não estar inteiro
Há momentos que ele se parte...

A verdade, nem sempre,
É o que queremos ouvir
Nossa alma é sensível
Ela pode vir a se ferir

Paz é estado de espírito
É estado de alma... quem
Canta seus males espanta
Então, vamos cantar
Para a nossa alma agradar

Agradar a quem tanto te encanta
No encanto do canto de um
Sonhador... quero que meu mundo
Desabe, caso não seja vivido com
Amor...

A grandeza das pessoas
É algo que pode nos passar despercebido
Pois é dentro de nós
Que está nosso tesouro perdido

Uns se perdem
Outros se encontram
Quero que os semelhantes se abracem
Diga o quanto se amam

Mas, que esta voz,
Não passe despercebido
Ela precisa eclodir
De onde nunca se tem ouvido

O encontro com a paz
Pode ser, o mesmo,
Que encontrar um
Tesouro perdido que,
Em tempos distantes,
Passava-nos despercebido

Precisamos encontrar
A si mesmos, ir ao
Encontro da paz para
Que essa chama não morra
Por conta dos males que se tem vivido

A Paz pode, simplesmente,
Não passar de um desejo, mas,
No fundo, ela precisa vingar,
Este é o nosso ensejo...
Andréia Franco

sábado, 24 de agosto de 2013

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

domingo, 18 de agosto de 2013

"A Cinderela Desencantada", de Andréia Franco, divulgação Coleção Contos Maluquinhos




Era uma vez uma linda princesa,
Que vivia com um lindo príncipe a sonhar
Seu coração parecia bater apertado
Quando de suspiros sua alma queria chorar

Foi então que num belo dia
Ela encontrou esse príncipe
Com o qual vivia ela a sonhar
Ele disse: – Amor,
Estou aqui para fazer-te feliz
Envelheceremos juntos
E terás que de mim cuidar

Olha, não sou enjoado
Mas gosto de tudo na hora certa
E para me conquistar
Precisa ser boa a hora de ir cuidar na panela

Com a comidinha cheirando longe
Nunca mais vou querer te largar
Homem se conquista pelo paladar
Gostamos de coisa boa
Por isso preciso logo lhe falar

Mas, olha, preste atenção,
Nos casaremos, teremos três filhos,
Eu trabalhei fora
Você cuidará deles
Para que não sofram com os piolhos

Não haverá tristeza
Os filhos te farão companhia
Enquanto o pão
Eu colocarei na mesa

Você cuidará de casa,
Lavará roupas todos os dias
Para não deixar juntar

O dia que eu estiver em casa
Quero-te a minha disposição
Vamos namorar, cuidar dos filhos,
Essa será a nossa boa invenção

Observe o encanto destas linhas
Que descrevo-lhe
Porque saem do fundo do coração

E assim a Cinderela não se conteve
Seu sonho de viver feliz para sempre
Estava prestes a se realizar
E por isso ela começou a pôr-se a cantar
Até o momento que o seu canto
Começou a desafinar
Pois Cinderela começou a cair na real
Da furada que estava prestes a entrar

Foi então que o pedido de casamento
Resolveu ela rejeitar
Preferiu estudar,
Ter profissão, pois homem
Mulher arruma em qualquer lugar

Ela estudou, estudou e
Muito dinheiro conseguiu ganhar
Comprou casa, carro e
Tudo o que poderia ela sonhar

Foi viajar pra Paris nas férias
Queria conhecer aquele lugar
Ficou em hotéis de luxo
E punha-se alegre a contar
Que a independência financeira
Tornara-a uma pessoa feliz

Decidia tudo o que queria
Pois ficou-lhe esta lição
Confiar no dinheiro alheio
Pode ser bobagem, ele
Pode estar guardado
Dentro do calção, o
Calção pode estar furado
Pode vir o outro
E lhe passar a mão.

Conto narrado no yotube, pode ser visto no seguinte link:http://www.youtube.com/watch?v=TyaLoVjIMNw&feature=youtu.be


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Andréia Franco apresenta sua “Coleção Contos Maluquinhos”

 Andréia Franco após publicar seu primeiro livro de poesias “Anjo Híbrido e outras” prepara agora uma super, hiper, mega maluca coleção de contos  que com certeza irá contagiar o público infantil e conquistar os adultos com uma linguagem simples, contagiante e diferenciada, e ainda será toda ilustrada por Ronan de Souza.
A coleção virá em uma maletinha super legal para a garotada poder levar pra casa e é composta por doze contos, sendo eles:
O Pato-pateta,
A Pata-Choca Maria,
Joãozinho,
O Dinheiro e o Saber,
Luizinho,
Fui...,
Homem chora...,
O sapo que virou príncipe,
O príncipe que virou sapo,
O garoto preguiça e suas mil e uma desculpas,
Desencantada e
A Cinderela desencantada.
Os doze contos vêm numa só maletinha, que é pra garotada levar a coleção inteira pra casa.
 Andréia Franco irá realizar a publicação desta coleção e daqui a pouco as crianças estarão sentadas falando.:
Vamos brincar de ler?
"-Mãe, qual é a historinha que temos hoje?”

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Fotografia


Os momentos se vão
As horas se passam
Me ponho a me entreter
Com poesias e coisas inúteis

O ponteiro do relógio não pára
Agora é dia, depois chega a noite
As horas se vão
Um momento... uma imagem...
Uma lembrança guardada numa só
Fotografia...

E o relógio toca: toc... toc...
Preciso dormir... levantar... acordar...
Ir pra escola... fazer as tarefas...
Preciso dormir... descansar...

Mais um dia... mais uma noite...
O ponteiro do relógio não pára de correr
É preciso controlar as horas
Para não deixá-las passar em branco

Branco estava aquele papel que
Resolvi compor a minha fotografia

Nela guardei tudo o que foi bom... o
Que foi ruim deixei de lado...
Ser feliz é mais importante
Que viver de memórias tristes...

Em meus papéis
Sempre haverá um papel em branco
Para que eu possa desenhar nele
Uma nova história... um novo dia...
Uma nova noite... Uma nova história
Que ficará guardada numa única
E só fotografia... 

Vamos... vamos... vamos correr com
O tempo... Não... não posso...
Preciso parar um pouco... dar um
Bom dia pro vizinho... um beijinho
Em minhas crianças porque um
Dia o mundo poderá fechar as suas
Portas pra mim...

Neste dia... não haverá mais
Caminhos ou descaminhos...
Simplesmente... haverá uma opção: a morte.
O que fica?
A única e bela lembrança
Que ficará guardada numa única e só fotografia...
Andréia Franco

Obs.: poesia publicada na III Antologia da revista Horizon Literar Contemporan. Para ver a lista completa dos escritores participantes acesso o link: shttp://contemporaryhorizon.blogspot.com.br/2013/03/contemporary-literary-horizon-no-1.html#links

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Dossiê Anjo Híbrido e outras


Beija-Flor



O beija-flor
Fez da flor o seu suspiro
E eu fiz do amor
O meu abrigo

O beija-flor
Fez da flor o seu delírio
E eu fiz de você
O meu colírio

O beija-flor sem flor
É como eu sem o meu amor
O meu amor fez do seu colo o meu abrigo
E eu fiz de você o meu suspiro

O beija-flor perdeu o seu abrigo
Porque a flor murchou
E eu perdi o colo do meu amor

A falta do meu amor
Fez de mim um beija-flor sem flor
A flor do beija-flor murchou
E eu fiquei sem o meu amor

Um beija-flor sem flor
É como namoro sem amor
E eu sem você
Sou como uma estrela sem cor

O beija–flor perdeu a flor
E eu fiquei sem o aconchego do meu amor...

(Incluso em Anjo Híbrido e outras, 2013)

Obs.:   Anjo Híbrido e outras já está disponível para venda e pode ser adquirido pelo seguinte link: :http://www.scortecci.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=8565&friurl=:-ANJO-HIBRIDO-E-OUTRAS--Andreia-Franco-:


terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Anjo Híbrido e outras


Olá amigos, estou publicando meu primeiro livro pela Scortecci Editora, em breve ele já estará à venda nas livrarias.


domingo, 16 de dezembro de 2012

JOSE, ŞI ACUM?



 Sunt oameni care ne evaluează
De parcă am fi marfă pe un raft
Asta e bună, asta e proastă, asta foarte proastă, asta e amară şi cealaltă dulce.
Problema e că şi tu eşti evaluat după marfa pe care o vinzi
Dacă costumul este de comandă, dacă hainele sunt 
De marcă, dacă maşina este ultimul răcnet
Când îţi pierzi marca, cei din jurul tău,
Din acest motiv, se duc şi ei precum apa la vale
Vai, ai pierdut atâta timp judecând oamenii după marca
Pe care o vindeau, fără să vadă că peste ea treceau anii,
Pentru că şi marca ta urma să se demodeze odată.
Timpul a trecut
Visele de fată s-au decolorat
Din lipsă de ceva ce nu mai are sens.
Marca ta s-a demodat,
N-ai cum să te-ntorci şi să repari greşelile făcute
Pentru lucruri ce nu mai au valoare.
Timpul a trecut
Floarea s-a veştejit
Pasărea şi-a pierdut glasul
Pentru că nu va mai putea să cânte.
José, şi acum?
Tu erai atât de preocupat să judeci oamenii după marca
Pe care o vindeau, şi ai văzut propria-ţi marcă
Demodându-se.
Şi acum, José?
Vârsta s-a împlinit
Visul s-a sfârşit
Uşa s-a zăvorât
José, şi acum?
Ce e de făcut, dacă soarele nu mai străluceşte
Dacă vocea ta nu mai cântă
Şi acum?
Îţi vei abandona visele
Ca sa trăieşti într-o lume care n-a fost niciodată a ta cu adevărat
José, şi acum?
Te-au judecat după etichetă
Eticheta ţi s-a rupt
Casa ţi s-a năruit
Floarea ţi s-a veştejit
Şi acum, José?
Să te uiţi pe fereastră, ca să vezi timpul trecând
Să stai pe scaun, ca să vezi ziua în care marca ta va renaşte
José, şi acum?
                                                                                                         Andréia Franco
Traducere de Daniel Dragomirescu

José, e agora?



Há pessoas que nos avaliam
Como se fôssemos produtos numa prateleira
Esse é bom, esse é ruim, esse é péssimo, esse é amargo, o outro é doce.
O problema é que você também é avaliado pela marca que você vende
Se o terno é de grife, se a roupa é de marca, se o carro é do ano.
Quando você perde a sua marca as pessoas que estão ao seu redor
Por causa dela também se vão como água se escorre pelo ralo
Aí você perdeu tanto tempo julgando as pessoas pela marca
Que elas vendiam que não viu que os anos se passaram,
Pois a sua marca também viria a se desbotar um dia.

O tempo passou
Os sonhos da donzela se descoloriram
Por falta de algo que já não faz mais sentido

A sua marca se desbotou,
Não há como retroceder e reparar os danos causados
Por coisas que já não tem mais valor

O tempo passou
A flor murchou
O pássaro perdeu a voz
Porque já não conseguira mais cantar

José, e agora?
Tu se preocupou tanto em julgar as pessoas pela marca
Que elas vendiam e viras tua própria marca
            Se desbotar

           E agora, José?
          A idade chegou
          O sonho acabou
          A porta fechou
          José, e agora?
         
          Que fazer se o sol já não brilha
          Se a tua voz já não canta
          E agora?

          Deixara teus sonhos de lado
          Para viver num mundo que na verdade nunca te pertenceu
          José, e agora?

          Te julgaram pelo rótulo
          Teu rótulo quebrou
          Tua casa faliu
          Tua flor murchou
          E agora, José?

          Olhar na janela para ver o tempo passar
          Sentar na cadeira para ver o dia que seu bonde virá
          José, e agora?
                                                                                                                                         Andréia Franco


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Amigos, estou sendo citada como referência da poesia mundial



Orizon Literar Contemporan en el mundo
 
Córdoba, Argentina: “La poesía no quiere adeptos, quiere amantes”
 
Por Luis Benítez
 
Una organización y una programación que son modelos en su género
 
Bajo el lema “La literatura en el centro” se realizó en la ciudad de Córdoba, Argentina, entre el 6 y el 26 de septiembre pasado, la 27ª Feria del Libro provincial, con el apoyo entusiasta y decidido del Gobierno de la provincia, la Municipalidad de la ciudad, la Universidad Nacional de Córdoba, la Sociedad de Escritores local, y la Cámara de Librerías, Papelerías y Afines del Centro de la República. La curaduría de la Feria contó con la experiencia y la probada capacidad del escritor Federico Racca, quien en palabras del Secretario de Cultura de la Ciudad de Córdoba, Francisco Marchiaro, “junto a la trascendente Comisión Asesora ha diagramado una edición que nos enorgullece a todos”.  Miles de espectadores y la presencia de más de 100 escritores invitados –entre locales e internacionales- confirmaron la envergadura del encuentro.
Una excelente programación y una milimétrica organización le dieron la razón al funcionario de Cultura, y entre los muchos y variados segmentos de la edición 2012 tuvo además un destacado lugar el denominado Espacio Poesía, coordinado por el poeta Leandro Calle y con la más que eficiente colaboración de un equipo de excepción, conformado por los autores Carolina Muscará, Sebastián Pons y Guillermo Bawden.
Orizon Literar Contemporan, una revista atenta a las mejores realizaciones culturales en todo el mundo, estuvo allí y recogió las opiniones de algunos de los principales protagonistas del Espacio Poesía, que reunió en su ciclo a varios de los mayores poetas de la Argentina. El espíritu del encuentro fue sintetizado por Francisco Marchiaro en su cita de Federico García Lorca para el Diario de la Feria, cuando manifestó: “La poesía no quiere adeptos, quiere amantes”.
 
Hablan los protagonistas
 
A continuación, las opiniones que Orizon Literar Contemporan recogió en el desarrollo de Espacio Poesía.
 
LEANDRO CALLE: “Que estas palabras, estos deseos y esta esperanza, lleguen hasta la hermana tierra de Rumania
“La ciudad de Córdoba es una ciudad mediterránea, es decir, no tiene puerto, y está ubicada en el centro de la República Argentina. Desde hace veintisiete años, se desarrolla en la ciudad la Feriadel Libro Córdoba. En sus comienzo, incipiente y humilde, en los últimos años una de las ferias más importantes del país. Por primera vez en la Feria del Libro, la poesía, tuvo un espacio central y oficial. En los años anteriores, la poesía siempre había estado presente pero de manera anárquica y desordenada. En esta ocasión, creamos un lugar que decidimos llamar: Espacio Poesía. Quisimos que este lugar tuviera un espacio privilegiado y un tiempo privilegiado y por eso elegimos los días sábados de 17 hs. a 22 hs. para que se desarrollara este Espacio Poesía que no quiere ser otra cosa que un lugar de encuentro y de gozo entre los poetas, la poesía y los lectores de poesía.
Durante tres sábados contamos con un número importante de mesas de lecturas de poetas locales. Asimismo, otras mesas de debate sobre los canales de difusión de la poesía, intervenciones y performances poéticas  y una polémica sobre poesía y política. Hacia la noche, un cierre especial en el que contamos con prestigiosas figuras del campo de la poesía como los poetas: Miguel Espejo, Hugo Mujica, Alejandro Schmidt, Ariel Williams y Luis Benítez.
Seguramente habrá que mejorar muchas cosas pero este nuevo espacio, como un recién nacido, ha comenzado a andar y esperamos que siga caminando durante mucho tiempo. Sobre todo porque ella, la poesía, se dejó ver durante cada sábado y nos llenó de esperanza. Que estas palabras, estos deseos y esta esperanza lleguen hasta la hermana tierra de Rumania, a través de la prestigiosa revista Orizon Literar Contemporan, quiere decir que la poesía está viva y su vitalidad nos llena de alegría.”
 
ALEXIS COMAMALA: “Gracias a Orizon Literar Contemporan y a Daniel Dragomirescu por aportar a la polifonía”
“Les escribo para narrarles que en el marco de la 27ª Feria del Libro Córdoba (Argentina) 2012 se innovó conformando un espacio dedicado a la poesía y sus circunstancias, el Espacio Poesía que se llevó a cabo los sábados 8, 15 y 22 de septiembre con mesas de lecturas, performance poética, espectáculo poético musical y mesas que apuntaron a realzar la discusión sobre la poesía en cuanto a su difusión y compromiso social. También se desarrolló una clínica de poesía.
Llegaron poetas de distintos lugares de la Argentina y del país invitado a la feria, Paraguay. Se sumaron las voces locales de la ciudad conformándose un ágora de varias generaciones poéticas. Pasaron cerca de cuarenta personas por la jornada, entre poetas, difusores de poesía y músicos.
Córdoba ciudad tiene una larga tradición de poetas y poéticas que conforman el mapa de una heterogeneidad cultural que hoy se puede observar todos los días del año; no hay día, excepto feriados y algunos domingos, en que no haya alguien cantándole a la musa en la ciudad.
Agradezco el generoso espacio a la revista Orizon Literar Contemporan y a Daniel Dragomirescu por aportar a la polifonía, leyendo desde un país libre y en lucha.”
 
 
 
MARCELO DUGHETTI: “Orizon Literar Contemporan rompe el abismo del mundo”
El último sábado del ciclo -tan estimulante como los anteriores- me invitó a seguir con suma atención seguir atento lo que se sucedía como una magia hermosa y fluida.  Antes de concurrir al último  encuentro, en el que seríamos una voz en la Babel de la poesía, formando una mezcla única, los guerreros rompimos lanzas, en un almuerzo rápido, en comentarios fresquitos sobre todo lo que sucede en la poesía del mundo. En la comida nos encontramos con Luis Benítez,  poeta de reconocida trayectoria, que con la humildad y generosidad de pocos nos alcanzaría una joya de revista cultural: Orizon Literar Contemporan, revista que  con base en Rumania rompe el abismo del mundo, ese que creían los marineros antiguos sostenían, cuatro tortugas y dos elefantes, para correr con el abrazo extendido a todos aquellos trabajadores de la palabra que intentan renovar la experiencia artística en cada encuentro con la página en blanco.
En la lectura y hablando con el amigo Luis Benítez nos enteramos que Orizon Literar Contemporanes una revista multicultural que se presenta como de delicada factura y exigente contenido, poniendo énfasis en la belleza diversa de la producción literaria del  mundo, no como quien exhibe, cosmética costumbre, lo ya conocido, sino como quien busca en los helados acantilados del mar a los  constructores de los asombrosa Atlántida que al emerger en cada punta de sus preciosos edificios denuncia el reverso de la superficie siempre tan sobrevalorada. Así italianos como Rodolfo Jesús Chávez; alemanes como Raymon  Walden; españoles   como Victor Morata Cortad; argentinos como  Aldo Luis Novelli o el propio Luis Benítez; Haris Psarras, desde la conflictiva Grecia; Andreia Franco, de Brazilia, y una extensa lista que se enriquece en cada número. Se dan cita en un intento digno y fraterno de encontrarnos en la palabra más allá del lugar o la matriz cultural a la que pertenecen. Podría decirse entonces que Rumania  abre su capital cosmopolita de la poesía en esta publicación que espero todos tengan la oportunidad de leer y que ha circulado en el encuentro tal cual un tesoro guardado celosamente.”
 
ALEJANDRO SCHMIDT: “Más que interesante la presencia de la revista Orizon Literar Contemporan en el Espacio Poesía
¿Qué hacen los poetas aparte de escribir, leer, publicar? Leer en público, con la ilusión, la certeza de que algo llegue también a través del aire o de una voz tan vacilante y exacta como el sueño y la tierra.
Y ese algo, quisiéramos, que fuera arpón de desatinos, el pan de los fracasos.
Esta primavera fui a la ciudad de Córdoba, a ver qué espuma, qué música lograba llegar a eso que uno llama esperanzada, equívocamente el alma de la lengua, razón de vida, poesía, errancia.
Y así fue, una vez más, en esta ciudad antigua y leproseada por la furia del milenio, allí en una vieja casa entre poetas argentinos de diversas generaciones y al lado de Luis Benítez, a quien me une algo más que la admiración por su obra. Más que interesante la presencia de la revista Orizon Literar Contemporan en el Espacio Poesía, que circuló activamente.
Lo que leí y leímos ¿fue por un instante la astilla subjetiva, el espejo, la capa que se extiende sobre el hielo de la banalidad? No sé, pero estoy cierto, feroz y convencido de que, donde hay poetas, hay la donación, la apuesta a lo imposible. Es suficiente eso; la noche trajo después – en sus orejas largas – el vino, las sonrisas.”

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O Dinheiro e o Saber

 
O Dinheiro, cheio de grana, chega pro Saber e diz:
    • Êta vida boa, não preciso trabalhar, tenho tanto dinheiro que não preciso de mais nada!
O Saber olha pro Dinheiro e fala:
    • Você precisa aprender a administrar o seu dinheiro porque se não um dia você pode perder tudo o que tem!
    • Isso é papo furado, dinheiro nunca acaba! - retrucou o Dinheiro.
    • Escuta o que eu disse, você pode se dar mal. - disse o Saber.

E assim foi o Dinheiro numa panca de “tô podendo”. O Dinheiro conheceu o


Malandro, um cara que adorava dar golpes em todo mundo. O Dinheiro


resolveu se enturmar com o Malandro, deixou o saber em casa, achava o


Malandro um cara boa pinta e ia com ele pra qualquer lugar que fosse.



O Dinheiro começou a gastar com festas, mulheres, cerveja e tudo que não


precisava. Quando via o Saber passava longe para não receber seus conselhos.


O Dinheiro gastou, gastou e gastou tudo o que tinha.

-->


Ele teve até que mudar de nome, passou a se chamar Tostão Furado de tão


pobre que ficou. Depois disso, o Malandro nem quis mais saber do Dinheiro,


quer dizer, do Tostão Furado. O Saber olhou pra ele e disse:


    • É preciso ter saber para aprender a administrar dinheiro!
O Tostão Furado fechou a cara pro Saber e falou:
    • Você está certo, eu tinha tanta coisa e não dava valor em nada.
O Saber disse:
    • Vejo que está aprendendo a reconhecer seus próprios erros, isso já é um bom começo!
    • Sim. Mas... e agora... preciso do dinheiro pra sobreviver! - Explicou o Tostão Furado.
    • Toma, é um livro, adquira saber para guiar tua própria vida!
Ao dizer isso o Saber foi embora e o Tostão Furado de tanto estudar virou doutor e passou a se chamar Economia, já que o que ele ganhava não era lá essas coisas, não dava pra ele esbanjar dinheiro por aí, pois poderia fazer falta no final do mês.
Andreia Franco




sexta-feira, 20 de julho de 2012

A Rosa



A rosa cor de rosa
Fez florescer a flor
No pé de alecrim

A branca rosa do meu jardim
Trouxe mais cor
E deu mais vida ao meu pé de jasmim

A rosa cor de rosa
E a branca rosa do meu jardim
Ficaram mais perfumadas
Com o perfume do alecrim

Mais perfumado ficou o seu cheiro
Quando percebi
Que o perfume que você usava
Era parecido com as rosas do meu jardim
Andréia Franco